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Psicografia, um farol que atravessa o véu do desconhecido

A psicografia é o elo que une o terreno ao celestial.

Como uma luz na escuridão, a psicografia é um farol que nos permite, por um momento, atravessar o véu do desconhecido e fazer contato com aqueles que já cruzaram o umbral da vida física.

Não é mera faculdade. É um presente divino, o vínculo que une o terreno ao celestial, permitindo a comunicação entre as almas encarnadas e desencarnadas.

As mensagens psicografadas trazem conforto para os que sofrem.

A psicografia possui um valor inestimável.

Ela certamente traz mensagens de conforto para aqueles que, acometidos pela dor da perda, buscam um contato, uma prova de que seus entes queridos continuam vivos além da existência física.

Traz, ainda, mensagens de esperança, mostrando que a morte não é o fim, mas um novo começo em outro plano.

Os esclarecimentos que alargam os horizontes da mente chegam pela psicografia.

Além disso, a psicografia desempenha papel fundamental na divulgação da Doutrina Espírita.

Através dela, somos capazes de entender questões morais, filosóficas e científicas a partir de uma nova perspectiva, mais profunda e espiritual.

As obras literárias, artísticas e culturais produzidas por meio da psicografia são de um valor imensurável, enriquecendo não só o patrimônio intelectual da humanidade, mas também a nossa compreensão sobre o universo que nos rodeia.

Por isso, a psicografia é uma ferramenta essencial para a reforma íntima e, portanto, para a evolução moral e espiritual.

E as mensagens recebidas por este meio podem ser profundamente transformadoras, porque oferecem orientações que nos ajudam a crescer e a evoluir como seres espirituais.

As diferentes formas de manifestação psicográfica.

A psicografia pode se manifestar de forma mecânica ou intuitiva.

Cada uma possui as suas especificidades. Contudo, em ambas, o médium, com a sensibilidade necessária, age como ponte entre as esferas física e espiritual, mas de formas distintas.

Na psicografia mecânica, o médium se torna um canal, um instrumento físico para que o Espírito comunique diretamente as suas palavras e pensamentos.

Já na psicografia intuitiva, há uma colaboração mais próxima. O Espírito inspira o médium e os pensamentos e palavras são mediados pela mente consciente do médium.

Neste caso, no entanto, o médium precisa estar atento para não distorcer a mensagem original do Espírito comunicante.

A psicografia ergue o véu do desconhecido, mostrando que a vida é eterna.

A psicografia, acima de tudo, é uma prova concreta da imortalidade da alma.

É o testemunho da existência do vínculo entre o plano físico e o espiritual, um elo de comunicação que desafia a barreira da morte.

Ela é uma manifestação do amor divino, uma oportunidade de aproximação com Deus e com os nossos irmãos espirituais.

Como tal, devemos valorizar e respeitar esse dom maravilhoso, pois ele nos oferece a oportunidade de olhar para além do véu do desconhecido, para assim compreender o incompreensível e amar além das fronteiras da vida física.

José Batista de Carvalho

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