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A morte na perspectiva espírita: uma passagem, não o fim

A morte é uma passagem, conforme mostra a perspectiva espírita.

A morte é um dos assuntos mais intrigantes, evitado por muitos, mas esclarecido pela perspectiva espírita. É um fenômeno natural da vida, isto é, um ciclo que todos nós enfrentaremos.

Todos nós vamos morrer. Esta afirmação, embora óbvia, é frequentemente esquecida ou reprimida em nossa sociedade, porque gera temores e inseguranças.

Mas a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec e reforçada pelas mensagens mediúnicas de médiuns como Chico Xavier, Divaldo Franco e Marlene Nobre, nos apresenta uma visão reconfortante sobre a morte.

Espíritos elevados como Emmanuel, André Luiz e Joanna de Ângelis entre outros, nos ensinam que a morte não é o fim, mas uma transição para uma nova fase da evolução espiritual.

O apego impacta na transição para a vida espiritual.

Frequentemente associamos sucesso e realização à acumulação de bens materiais, buscando ter uma vida confortável.

Mas com que frequência buscamos conhecimento e crescimento espiritual para ter uma “morte confortável”?

O apego é um dos maiores empecilhos na hora em que morremos, ou, mais especificamente, desencarnamos.

Apegar-se a bens, a pessoas ou a situações da vida terrena é algo que dificulta o processo de transição do Espírito.

Por outro lado, é essencial compreender que cada ser tem a sua jornada, o seu tempo e a sua missão.

Assim, a ideia de que alguém “morreu cedo” é desconstruída pela perspectiva espírita. Cada Espírito vive o tempo que precisa viver, não mais e nem menos.

Como viver bem aqui e pensar na morte, de acordo com a perspectiva espírita?

Enquanto estamos encarnados, qual é a chave para uma vida plena? Viver bem.

Mas o que significa viver bem? Para alcançar esse objetivo, pensando também na vida após a morte, é fundamental buscarmos o autoconhecimento e a evolução contínua.

Com isso aprendemos a ser menos agressivos, menos impacientes e a cultivar o amor ao próximo.

Estes são passos valiosos para enriquecer a nossa jornada.

Quando entes queridos deixam um sofrido vazio na nossa vida.

Quando falamos da morte de entes queridos, a saudade é uma emoção natural e esperada.

Entretanto, é bom diferenciarmos a “saudade boa” da “saudade ruim”. A primeira nos remete às boas memórias, ao amor e à gratidão, enquanto a segunda nos aprisiona, nos puxando para baixo e também impede que os Espíritos dos entes queridos sigam adiante.

O Espiritismo nos ensina a valorizar a saudade boa, compreendendo que a vida continua.

E aqueles que partiram conseguem, então, seguir a sua jornada evolutiva, assim como quem fica deve também continuar em seu trajeto de aprimoramento até que, um dia, o reencontro aconteça.

Onde reina a efemeridade, vamos refletir sobre a eternidade.

Se você é uma das inúmeras pessoas que buscam entender melhor essas questões, convido a aprofundar-se em outras áreas do nosso site.

Neste tempo de efemeridade, vamos refletir sobre a eternidade da vida e sobre o nosso propósito maior.

A morte é apenas uma passagem, uma mudança de estado.

E, como nos ensinam os Espíritos elevados, a vida é eterna e repleta de oportunidades para o crescimento e para a evolução.

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Juntos, podemos expandir a nossa consciência e caminhar rumo a um mundo melhor.

José Batista de Carvalho

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