Início » CONHECENDO O ESPIRITISMO » O Espiritismo na Prática » Mediunidade segundo a Doutrina Espírita

Mediunidade segundo a Doutrina Espírita

As referências à mediunidade nas obras da Doutrina Espírita.

Na Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec e embasada no tríplice aspecto de Ciência, Filosofia e Religião, encontramos, entre outras, as orientações anotadas em seguida sobre a mediunidade:

  • “Os Espíritos são os seres inteligentes da Criação. Eles povoam o Universo, além do mundo material”. (O Livro dos Espíritos – Questão 76)
  • “Os Espíritos povoam os espaços até o infinito; há Espíritos incessantemente ao nosso redor e com eles estamos em contato.” (O Livro dos Médiuns – Questão 49)
  • “Os Espíritos se comunicam por meio dos médiuns, que lhes servem de instrumentos e de intérpretes.” (O Livro dos Médiuns – Questão 49)
  • “A mediunidade é inerente a uma condição orgânica, de que todos podem ser dotados, como a de ver, ouvir e falar. Não há nenhuma de que o homem, em consequência do seu livre-arbítrio, não possa abusar. Deus outorgou as faculdades ao homem, dando-lhes a liberdade de usá-las como quiser, mas pune sempre aqueles que delas abusam.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XXIV – Item 12)
  • “A mediunidade é uma faculdade sagrada, que deve ser praticada santamente, religiosamente. E se há uma espécie de mediunidade que requer esta condição de maneira ainda mais absoluta, é a mediunidade curadora.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XXVI – Item 10)

As características de um bom médium.

Como verificamos, portanto, ser médium é possuir uma faculdade que permite o intercâmbio com os Espíritos. Ela é inerente a todas as criaturas humanas, independentemente de sua condição moral, e manifesta-se através de sonhos, intuições, premonições, psicografia, psicofonia, efeitos físicos, etc. Contudo, existem pessoas que são portadoras de recursos mais amplos nestas manifestações, facilitando-lhes as comunicações com os Espíritos.

Conforme nos alerta Allan Kardec, esta faculdade, assim como todas as outras, educada de forma adequada direcionada para o seu verdadeiro objetivo, serve de instrumento para a propagação do bem, do amor, do consolo e da divulgação das Leis Divinas que governam o Universo.

Fugir a esta proposta Divina acarreta a necessidade de reparação, pois a vida de uma pessoa é a sua própria confissão pública e sua conduta, pautada no amor e no sacrifício, é a sua verdadeira profissão de fé.

“O bom médium não é, portanto, aquele que tem facilidade de comunicação, mas o que é simpático aos Bons Espíritos e só por eles é assistido. É neste sentido, unicamente, que a excelência das qualidades morais é de importância absoluta para a mediunidade”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XXIV – Item 12)

O atendimento nas casas espíritas.

Nas casas espíritas, médiuns e demais voluntários atuam na assistência espiritual direcionada a atender aqueles que passam pelos mais variados desafios individuais.

Para tanto, oferecem, sempre de forma gratuita, palestras sobre o Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita, estudos de obras do Espiritismo, atendimento fraterno e aplicação de passes.

Os colaboradores voluntários que desenvolvem suas atividades nas casas espíritas atuam a serviço das equipes espirituais, cujo amor e dedicação incansável vem sempre em socorro daqueles que sofrem.

José Batista de Carvalho

Receba as nossas publicações por e-mail

Siga-nos nas redes sociais

Deixe aqui o seu comentário

Rolar para cima

Descubra mais sobre Espiritismo em foco

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading

Descubra mais sobre Espiritismo em foco

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading