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Meimei conta como conhecer Deus

Como conhecer Deus através da simplicidade.

Meimei, de forma singela e envolvente, nos conta como conhecer Deus, reconhecendo a sua grandiosidade no que podemos considerar pequenos detalhes da vida. Além disso, ela nos leva a compreender como a simplicidade e a humildade podem nos aproximar do Criador.

Mas antes de conhecer este conto de Meimei, vamos a outro modo de entendermos Deus, constante nas respostas dadas a Allan Kardec pelos Espíritos superiores. A resposta à pergunta de Kardec, “Que é Deus”, encontra-se logo no primeiro capítulo de “O Livro dos Espíritos”¹.

— “Que é Deus?”
— “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.”

Kardec também pergunta:

— “Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”, ao que os Espíritos respondem:

— “Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.”

Resposta que Kardec complementa da seguinte forma:

“Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras da Criação. O Universo existe, logo, tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.”

Agora, então, acompanhe Meimei, que com doçura e devotamento, nos mostra como conhecer e reconhecer Deus em nossa vida.

Meimei conta como conhecer Deus pelos seus sinais.

Meimei, pela psicografia de Chico Xavier, nos conta uma história sobre como conhecer Deus.

“Um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho cada noite que, certa vez, o rico chefe da grande caravana chamou-o à sua presença e então lhe perguntou:

– Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando se nem ao menos sabes ler?

O crente fiel respondeu:

– Grande senhor, conheço a existência de nosso Pai Celeste pelos sinais Dele.

– Como assim? – indagou o chefe, admirado. O servo humilde explicou-se:

– Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?

– Pela letra.

– Quando o senhor recebe uma joia, como é que se informa quanto ao autor dela?

– Pela marca do ourives.

O empregado sorriu e acrescentou:

– Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?

– Pelos rastros, respondeu o chefe, surpreendido.

Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:

– Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!

Nesse momento então, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.

Meimei, no livro “Pai Nosso”, psicografia de Chico Xavier

A verdade que brilha no firmamento.

Olhando para o céu, repleto de sinais da existência de Deus, podemos então afirmar que o Criador se revela em suas criações, como na suprema afirmação da verdade que brilha no firmamento. As estrelas que cintilam à noite são como testemunhas silenciosas do amor divino que permeia cada canto do universo, nos convidando a refletir sobre a imensidão da obra divina.

Contemplando a vastidão do universo, somos tocados por um sentido de paz e admiração, compreendendo que estamos conectados a algo muito maior do que nós mesmos, inspirando-nos a buscar um relacionamento mais profundo com o Criador. E então se fazem presentes na memória as palavras do Cristo: “Amar a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo.”

Redação Espiritismo em Foco

Referências

O Livro dos Espíritos“, Allan Kardec – Capítulo I – De Deus: Deus e o Infinito-Questão 1 e Provas da Existência de Deus-Questão 4


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